8 bilhões e o Despertar
Ao começar pelo fim ditamos o começo. Essa parece ser a sina de todos os envolvidos nessa obra inacabada. Repetir incansavelmente seus erros e desvalorizar consequentemente seus acertos. Sou o que sou? poeira e estacionada no tempo? Não vivo, apenas respiro. Não me comunico, apenas ando pela estrada que tantas vezes já andei.
É pedir demais que eu agradeça. É pedir demais que acredite. É pedir demais que tenha fé. Calejada sou e essa história não é sobre um mundo bonito ou sobre um paraíso. É sobre mentira e desespero.
Nem todos estão dormindo. Nem todos se contentam com as respostas programadas. Nem todos esperam por uma resposta sincera ou uma notificação de alguma autoridade. A liberdade é algo raro até nos dias de hoje... E quando temos ela devemos semeá-la e repassar para o futuro. Seja livre e pense sobre tudo mesmo que não possua respostas. E se a ferida sangrar continue. Mas se pacifique e entendam que todos devemos perdoar e amar até mais feio e imperfeito dos seres.

Comentários
Postar um comentário